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Revista da Espanha experimenta a 1Rial CT



A edição 59 da Experimenta - publicação espanhola focada em design, arquitetura e comunicação - trouxe o design brasileiro como tema. Crimes Tipográficos está lá representado pela fonte 1Rial, produzida pela Corisco/CT, e é assim descrita: "1Rial es de Fátima Finizola y se consiguió a partir de la observacion de diferentes mensajes con pincel en las calles de la ciudade Recife".
Posted at 10.10.2008

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Projetando Dingbats reúne CT e Tipocracia



A Corisco/Crimes Tipográficos junto à Tipocracia oferece o curso Projetando Dingbats. O curso será ministrado por Fátima Finizola em Recife, PE. O objetivo do workshop é que cada participante desenvolva uma fonte dingbat, passando pelo processo de criação, edição até a geração da primeira versão do arquivo fonte. Uma versão deste mesmo curso foi oferecido em São Paulo, em julho último, durante a 3ª Bienal Latinoamericana de Tipos Latinos.
Para se inscrever visite o site da Tipocracia.
Posted at 28.08.2008

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Oficina Kalligráphos em Recife



Depois do curso Diário Gráfico, outra oficina do Estúdio Marimbondo [Rio] é ministrada no Recife. Desta vez nos divertimos bastante na oficina Kalligráphos com o Cláudio Gil. Foram 3 dias intensos de iniciação e experimentação caligráfica! O curso aconteceu no Museu Murilo La Greca entre os dias 25 e 27 de agosto. A equipe do Estúdio Corisco | Crimes Tipográficos participou em peso!
Posted at 26.08.2008

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Tipos Latinos oferece oficina Projetando Dingbats



Fátima Finizola, designer e ilustradora, a convite da coordenação do Letras Latinas ministrou o Workshop Projetando fontes dingbats. Projetos tipográficos baseados em informações e desenhos vernaculares. Período: de 22 e 23 de julho das 14h00 as 18h00. Local do curso: Centro Universitário Senac Veja mais em: Tipos Latinos 2008.
Posted at 26.07.2008

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Rico manancial de tipografia popular: Alto Zé do Pinho



É julho de 2008 e Damião Santana sobe a ladeira do Alto Zé do Pinho, periferia de Recife e traz de lá um apanhado da cultura tipográfica popular estampada em paredes e placas diversas. O resultado pode ser conferido em forma de uma revista virtual no link http://issuu.com/ds3k/docs/popular_type . Parafraseando os Devotos: Tipografia popular do Alto Zé do Pinho é do caralho!
Posted at 20.07.2008

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Zabumba City na Bienal Letras Latinas 2006



Zabumba City, tipografia de Fátima Finizola, designer da Corisco Design, escritório sediado em Recife, foi selecionada para a Bienal Letras Latinas 2006. A fonte é um dingbat (tipografia na qual ilustrações, vinhetas, palavras inteiras ou sinais tomam o lugar das letras - Priscila Farias, 2001) desdobramento da Zabumba, que anteriomente foi selecionada para o Salão de Design PE e para a mostra Tipografia Brasilis3. Zabumba City foi desenvolvida retratando elementos de destaque na paisagem urbana das cidades de Recife e Olinda (Pernambuco | Brasil). Foram abordados patrimônios históricos, pontos turísticos e elementos culturais representativos de alguns bairros destas cidades. A linguagem gráfica utilizada nos desenhos foi inspirada nas xilogravuras da literatura de cordel, folhetim típico desta região. As gravuras foram geradas a partir da técnica de recorte manual e digital.

Em sua segunda edição, a Bienal Letras Latinas selecionou 70 trabalhos, dentre 427 inscritos, que serão expostos simultaneamente em Bogotá, Buenos Aires, Caracas, Lima, Montevideo, Santiago, São Paulo e Vera Cruz. O corpo de jurados foi composto por Luciano Cardinali, Juan Carlos Darias, Priscila Farias, Rubén Fontana, Vicente Lamónaca, Candelaria Moreno, César Puertas, Rodrigo Ramírez. Quem quiser conferir a mostra no Brasil poderá ir ao SENAC Santo Amaro, em São Paulo no período de 15 de maio a 10 de junho de 2006. Além do trabalho de Fátima outros 8 tipógrafos brasileiros também tiveram suas fontes selecionadas.

Mais info: http://www.letraslatinas.com


:: Três palavrinhas com Fátima Finizola

1. Os "caracteres" do dingbat Zabumba City são referências diretas à cidade do Recife. Isso é uma declaração de amor pela cidade?
Na verdade é reflexo de uma vivência diária na cidade em que nasci, a qual admiro e defendo seus elementos e manifestações culturais, tomando partido desse universo vernacular sempre que posso na minha prática projetual de design.


2. Há quanto tempo você se dedica à tarefa de tipógrafa e quais os resultados desta empreitada?
Sempre gostei de rabiscar letras... fui apresentada à caligrafia e à tipografia ainda no curso de design, onde comecei meus primeiros experimentos. No entanto posso dizer que quem impulsionou a minha curiosidade pelos tipos digitais, foi a tipógrafa Priscila Farias, quando esteve de passagem aqui pelo Recife em 2000 ministrando uma disciplina no curso de Pós-Graduação em Design da Informação da UFPE. De repente descobri que poderia transformar minhas letrinhas em fontes de verdade!!! A partir de então me integrei ao grupo experimental Crimes Tipográficos. Hoje, temos trabalhos publicados no livro Fontes Digitais Brasileiras e selecionados para a Mostra Tipografia Brasilis 3, Salão Pernambuco Design e agora recentemente para a Bienal Letras Latinas 2006.
Estamos de portas abertas para agregar trabalhos de outros aspirantes à tipógrafos que desejem divulgar seus projetos.

3. Qual ferramenta você utiliza para finalizar seus trabalhos tipográficos?
Ainda estou utilizando o Fontographer, pois apesar de já existirem softwares mais recentes no mercado, me acostumei com a ferramenta. Ainda não me aventurei em novos programas por absoluta falta de tempo, afinal de contas, a fonthouse Crimes Tipográficos é um projeto paralelo ao nosso estúdio ao qual dedicamos nossas poucas horas de "lazer"!

4. Qual atividade é mais prazerosa, o design ou a tipografia? (Abandonaria algum deles em função do outro?)
Acredito que tudo que fazemos sem compromisso, sem necessariamente ter que agradar o gosto de um cliente, mas na verdade fazendo do trabalho uma expressão gráfica particular, mais experimental é mais gostoso, seja no design ou na tipografia. Hoje temos mais oportunidade de fazer experimentos no campo da tipografia, mas infelizmente não dá para abandonar o design e viver de tipos, pois ainda não temos retorno financeiro suficiente... e quem sabe se no momento em que a tipografia virar uma obrigação perderá um pouco
do seu fascínio!! =)
Posted at 14.05.2006

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